Se a preparação para o vestibular significa ansiedade e noites mal dormidas, o sacrifício é ainda maior para quem tenta entrar em medicina na USP (Universidade de São Paulo).
— A pressão e a ansiedade, às vezes, pesam mais do que as dificuldades em algumas matérias, avalia a estudante, que tenta a Fuvest pela quarta vez.
A aluna, que até terminou um namoro para se dedicar aos livros, recorre a todos os artifícios na preparação: cantarola trechos das apostilas e escreve fórmulas na porta do guarda-roupa, para memorizar. Jessica sabe, porém, que não existe fórmula mágica para conquistar a vaga.
— A experiência nos cursinhos me mostrou que compensa diminuir a quantidade de estudo, mas aumentar a qualidade, diz ela, que sempre reserva algumas horas do fim de semana para relaxar.
FONTE: R7
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