A entidade Wild Futures, que temum santuário para macacos na região da Cornualha (sudoeste da Grã-Bretanha), diz que um terço dos animais recebidos pela ONG – muito deles vindos do mercado doméstico de animais de estimação – tem a doença, o que reflete uma alimentação inadequada.
A entidade conduz testes de sangue e urina em vários animais para determinar como está a saúde deles. Mas alguns sinais de que os macacos estão doentes ao serem acolhidos pela ONG são perceptíveis mesmo sem exame – por exemplo, o pelo pode estar grudento, já que o corpo tenta "expulsar" o açúcar pela pele.
A Wild Futures faz campanha para tentar proibir as pessoas de terem macacos como animais domésticos e prepara um documento para ser apresentado aos Parlamentares britânicos até 14 de janeiro, quando termina o prazo para submissão de dados para avaliação no inquérito.
A investigação da Comissão de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais do Parlamento avaliará as dimensões do atual mercado de macacos como animais de estimação no Reino Unido; se a atual legislação garante proteção adequada aos macacos e se é aplicada de forma efetiva e, finalmente, se deve ser adotada ou não uma proibição.
FONTE: IG
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