Para Leonardo Fontenelle, um dos membros da equipe que examinou o executivo, os sintomas de "generosidade excessiva e persistente parecem um transtorno no controle dos impulsos". Segundo ele, mudanças de personalidade desse nível não são comuns em pacientes com lesões como as sofridas pelo "Sr. A" com o AVC. Da mesma maneira, para Larry Goldstein, neurologista da Universidade da Carolina do Norte, o caso é bastante raro. "Embora a mudança de personalidade não seja tão incomum, esta em particular é aparentemente nova".
Se recuperando do AVC, o executivo brasileiro disse aos especialistas que tinha consciência de seu comportamento. Ele afirmou também que decidiu parar de trabalhar, pois tinha visto a morte de perto e queria aproveitar a vida, "que é muito curta".
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