Após seis minutos de tentativa de uma reunião aberta na Comissão de Direitos Humanos, o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) determinou a troca de plenário da sessão devido a protestos de manifestantes. A sessão continuou com as portas fechadas ao público para votação de requerimentos e projetos.
A entrada de manifestantes para a reunião que seria aberta foi selecionada pela Polícia Legislativa. Alguns manifestantes não conseguiram entrar. A porta principal da comissão ficou fechada e a maioria dos presentes dentro do plenário era de apoiadores de Feliciano. Mesmo assim, os dois grupos - contra e a favor - ficaram durante todo o tempo gritando palavras de ordem.
"Para o bom andamento da Casa, eu disse que nos cultos não toco mais em assunto de política. Culto é lugar de falar de Jesus Cristo", disse Feliciano, após participar de reunião do PSC.
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